Atalhos aos Passos: Final .

  TCE - Tratado Cosmológico Espacial

. Atualiz. 19/10/2014

* ROTEIRO DE LEITURA * [English Version]

 Nota Introdutória

Caro visitante, você está prestes a ter contato com uma nova interpretação científica para explicações de diversos fenômenos naturais, fruto de mais de 30 anos de pesquisas, observações sistemáticas da natureza, experimentos em campo, laboratórios e muita 'intuição'!

Originalmente todo o estudo foi escrito em 7 Volumes e compoem o 'Tratado Cosmológico Espacial'. Porém, neste Roteiro é apresentado um resumo em pequenos capítulos (passos), com linguagem bastante simples.

Garantimos que, neste "Roteiro de Leitura", as explicações não recorrem à fórmulas e/ou matemáticas complexas... Confira!!

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DICAS DO 'ROTEIRO DE LEITURA'

* Após leitura da introdução de cada "Passo", clique nos Link's [Leia aqui!] para abrir o artigo referente; os artigos contêm em média apenas uma página, escrita com letras grandes e em linguagem simples.

* Todas as palavras em 'azul' (depois de usadas ficarão marron) nos textos são Link's para o 'glossário' de termos usados pelo TCE, que normalmente terão significados mais abrangentes. Se usados, retorne ao texto pelo "Retornar" do próprio 'navegador' em uso (I.Explorer, Firefox, Netscape etc).

* No final de cada artigo são encontrados três "ícones de paginação" - eles auxiliam no retorno ao 'passo' anterior (<), ir para o topo da página (^), ou avançar para o próximo artigo ou 'passo' (>).

Veja os exemplos abaixo:

1)Para voltar, 2)Topo da página, 3)Para o artigo seguinte

* Caso não existam esses ícones, use a 'seta' de retorno do navegador (browser) para continuar na mesma seqüência do Roteiro.

* Para quem tem pouco tempo e pretende ler aos poucos (passo a passo) e não gosta de perder tempo "'rolando" telas até chegar onde parou anteriormente, use os Link's de "Atalhos" no topo da página inicial, que reportam direto aos 'Passos' desejados.

- E, se possível, após cada 'Passo' faça comentários ou elabore perguntas clicando em [Comente!]. E envie o artigo para amigos clicando em [Divulgue!] ou "Indique a um amigo";

NOTA: Este é um trabalho sério, feito com muita dedicação e precisa ser divulgado! Colabore!!

 

- Agora, atenção!  Siga o roteiro junto com a sua intuição!

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1º Passo:

- INTRODUÇÃO

Inicialmente, chamamos a atenção do leitor para o fato de que a grande vilã das Ciências, em todos os tempos, é a "interpretação", seja dos fenômenos naturais observados, experimentos em laboratórios, pensamentos, sonhos, intuições... A maior parte dos enganos são meramente "conceituais", ou seja, da forma como cada indivíduo consegue perceber e decifrar as manifestações da natureza em geral.

Assim, alertamos, neste artigo, para o fato de como os "conceitos", "pré-conceitos" e outros 'referenciais' anteriormente estabelecidos em nossas mentes (memória consciente) podem nos impedir de perceber e/ou aceitar novas idéias, explicações ou outros 'pontos de vista' de um mesmo fato ou fenômeno. [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

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2º Passo:

- BREVE HISTÓRIA DA 'FÍSICA MODERNA' (*)

(*) No TCE, existe somente "uma" Ciência, independente de qualificativos temporais ou autorais, tais como: Clássica, Newtoniana, Cartesiana, Contemporânea, Relativista e outras. O termo 'Moderna' foi mantido porque, com ele, estabeleceu-se o "marco" inicial de uma nova consciência científica, com outra forma de analisar a natureza, seja de observações sistemáticas ou experimentações metódicas (método científico). Porém, até os dias de hoje, ainda não se fechou o ciclo dessa 'modernidade'. Acreditamos que apenas um conjunto de 'Novas Leis', devidamente comprovadas, justifique uma nova mudança de 'Era'.

Neste passo, o importante é saber "quem" fez e "o que" foi feito no passado que consolidasse o que sabemos hoje. O artigo a seguir, descreve um resumo da trajetória da Física como 'Ciência Moderna' iniciada por Galileu Galilei, que preparou o terreno para Isaac Newton estabelecer definitivamente o primeiro "Conceito Universal". [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

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O critério adotado no TCE para estabelecer os pilares da 'Ciência moderna' foi o aspecto da "universalidade", ou seja, que o conceito seja universal. Então, como tudo tem movimento, a Dinâmica universal é apresentada como o 1º Pilar da Física.

Conheça agora uma breve história de Newton, onde demonstra como ele "consolidou" o 1º pilar; [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

 

- UM FATO CRUCIAL!

É de máxima importância conhecer o "desastroso" experimento de Michelson e Morley (M&M) que desviou a trajetória natural da Física em geral, por erro de interpretação e, em seguida, a "oportunidade" de Albert Einstein para apresentar a 'Teoria da Relatividade'; [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

De fato, foi muito oportuna a publicação da 'Teoria da Relatividade Especial', pois "cobriu" uma grande lacuna deixada pelo experimento mal sucedido de M&M, substituindo o 'Éter' por 'Espaço-tempo curvo', e trazendo de volta o "observador" e a 'relação' direta dele com o 'Tempo', consolidando assim o 2º Pilar universal; [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

 

Complemento do 2º passo:

* A história do misterioso José Polincógnito; o invisível! [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

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3º Passo:

- POR QUE AINDA SE NEGA A EXISTÊNCIA DO 'ÉTER'

Vários são os motivos que fazem com que grande parte da 'sociedade científica' ignore a existência do 'Éter' como um "fluido sutil" ou mesmo como 'elemento essencial' ou 'pré-energia', mesmo conhecendo-o por outros nomes, tais como: Vácuo quântico, Vácuo cósmico, Espaço cósmico, Fluido cósmico, Fluido universal, Gás intergalático, Energia escura, Vento cósmico, Prana, Espaço curvo, Espaço-tempo, Neutrinos, Gravitrons, Luz negativa, Gravidade quântica, Ecos do Big bang, Ecos de Buracos negros e outros.

Como o 'Etér' está em todos os lugares, dentro e fora da matéria, e se manifesta de diversas formas de energia, a tendência natural é de interpretá-lo como elementos ou substâncias diferentes e independentes. Assim, são justificáveis as dificuldades para identificá-lo como o 'elemento essencial'. Porém, a maneira como Michelson & Morley idealizaram para tentar detectá-lo não foi nem de perto a ideal, devido à curta distância e posição dos braços... Mesmo porque, até hoje, não se conhecia plenamennte a estrutura íntima da 'Luz'.

- Veja, a seguir, uma Lista de razões que impediram o experimento de M&M (e outros similares) de conseguir comprovar a existência do 'Éter'; [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

 

4º Passo:

- COMO FOI POSSÍVEL COMPROVAR A EXISTÊNCIA DO 'ÉTER'

Primeiramente observando o fenômeno das marés oceânicas...

Você sabia que acontecem duas marés altas (preamar) por dia?

- É verdade!

Uma a cada 12,21h... O que pareceu mais estranho foi saber que a Lua só se apresenta uma vez por dia... Que mistério seria este? [Veja Ilustração]

Então, indagamos:

- Se as marés são provocadas pela “atração gravitacional” da Lua, como poderia haver duas marés por dia, sendo uma alta do lado em que a Lua está presente, e outra semelhante do lado oposto da Terra na mesma direção do alinhamento?

Exemplo: Se, ao meio-dia, estiver ocorrendo uma maré alta na praia de Copacabana, simultaneamente estará acontecendo outra maré alta no mar do Japão... E a Lua passando sobre o Brasil.

Pesquisamos as explicações para esse fenômeno natural, mas não encontramos nenhuma resposta convincente... Porém, existe uma que até então é a mais aceita pela comunidade científica, mas que ilude facilmente não só leigos, como também, estudantes de Física; [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

- Veja, agora, uma Lista de fatos reais que contrariam a Tese apresentada anteriormente; [Leia aqui!] ou assista o [Vídeo]

(Caso ja tenha visto a Lista pelo 'Link' anterior, passe para o 5º passo).

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5º Passo:

- COMPROVANDO EXPERIMENTALMENTE A "NÃO ATRAÇÃO"

Não convencidos pelas Teses encontradas, precisávamos, primeiramente, saber se existia de fato uma “força de atração” da Lua sobre a Terra, ou se tratava de outro tipo de 'interação a distância' entre os corpos celestes. A única certeza que tínhamos era que de fato a Lua influenciava diretamente as marés.

Então, com base na 'Teoria Espacial' que estamos apresentando, a gravidade é um 'Fluxo Espacial', e que sem o 'Espaço' (com 'E' maiúsculo) não pode haver 'movimento' (1º fundamento), idealizamos e executamos um experimento muito simples, utilizando dois balões de vidro com 1 litro de água salgada cada um, com os quais foi possível confirmar o que ja era previsto pelos postulados teóricos;

[Leia aqui!] O Experimento Exp-01 (Volume III), ou assista o [Vídeo].

 

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6º Passo:

- OS ESTUDOS DAS MARÉS E OS EFEITOS GRAVITACIONAIS

Como se pode notar, o experimento descrito no 'Passo' anterior, embora aparentemente simplista é muito confiável, e, "matou dois coelhos com uma cajadada só..." Pois, além de provar que não ocorrem "forças atrativas " da Lua sobre a Terra, devido a não diminuição esperada do peso da atmosfera, pôde-se constatar também que o aumento dos volumes das massas líquidas foram proporcionais nos dois recipientes; comportamento idêntico nos dois balões.

Você pode estar perguntando agora:

- Afinal, o que faz as águas subirem dos dois lados da Terra ao mesmo tempo?

Ainda com base apenas no '1º Fundamento' da 'Teoria Espacial' se torna mais simples a explicação desse fenômeno, que, na medida em que as pessoas forem absorvendo melhor o conceito de 'Espaço', como energia sutil que está dentro de tudo, e em tudo penetra, naturalmente irão entendendo; [Leia aqui!]

No caso das marés, basta imaginar um "Fluxo de Espaço" (como um vento) atravessando a Terra de lado a lado em direção à Lua, e, nesse momento, as moléculas das águas e do solo terrestre, "retendo" parte desse 'Espaço' através dos orbitais dos elétrons, e, consequentemente, aumentando seus volumes; ou seja, os atomos ficando mais dilatados e mais distanciados uns dos outros. Em seguida, "liberando" todo aquele 'Espaço' quando não há mais aquela "abundância" de energia espacial que segue "alinhada" com a posição da Lua na sua 'movimentação' junto com a da Terra; veja um desenho ilustrativo do 'Fluxo'; [Veja aqui!].

E, para comprovar os Postulados Teóricos, projetamos e construímos (com recursos próprios), um simulador de marés em laboratório, e passamos a observar o comportamento de um volume de água marinha armazenada dentro de um tanque especial. Esse procedimento experimental estendeu por mais de 11 anos, e os resultados não foram diferentes do previsto pela teoria, que se baseia no 'Fluxo espacial', principalmente entre o Sol, Terra e a Lua; [Leia aqui!]

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7º Passo:

- A GRAVIDADE COMO UM 'FLUXO ESPACIAL VETORIAL'

Tivemos o privilégio de constatar que a "interação gravitacional" entre Terra e Lua, trata-se de um 'Fluxo espacial' 'vetorial' que atravessa a Terra de lado a lado, e as moléculas (íons) das águas salgadas (principalmente), retêm parte desse 'Espaço' que transpassa os átomos, resultando na expansão dos orbitais eletrônicos, aumentando significativamente seus volumes, assim como a diminuição proporcional da 'densidade' das águas.

Constatamos, também, que é quase impossível "barrar" o 'Espaço'; por mais densa que seja a matéria, ele atravessa facilmente. Só existe uma maneira de barrar o 'Espaço': o "Vácuo espacial", como é postulado no 3º fundamento (esse fenômeno existe o tempo todo... Como será demonstrado mais na frente).

As conclusões vieram inicialmente pela simetria das duas "marés altas" (preia-mar), pois ocorrem ao mesmo tempo, ou seja, em iguais intervalos de 12 horas. E, na sequência, através de outro experimento realizado simultâneamente com o anterior (6º passo), onde, já nos primeiros meses, descobrimos o fenômeno dos 'meniscos', que posteriormente, foram monitorados no 'Hidrogravímetro', que continuou em funcionamento por mais de 10 anos consecutivos; [Leia aqui!] o experimento: EXP-08 (Volume III) .

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Alguém mais exigente pode ter dito (ou pensado) durante a leitura do artigo dos dois balões (Exp-01):

- A variação de calor do próprio ambiente pode interferir na temperatura dos balões, e em seus volumes, consequentemente...

- Correto!

Porém, a experiência foi depois repetida com "mais controles" - Os balões de vidro ficaram no interior de uma caixa termicamente isolada do ambiente. Foi também monitorado as vazões do líquido com bobinas de campo, com as quais se pôde registrar as atividades eletromagnéticas nas soluções iônicas; [Leia aqui!] o experimento Exp-11 (Volume III).

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A seguir, Passos do 8 º ao 14 º

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